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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Canonização: Papa Francisco, destaca coragem de JPII e João XXIII

DOMINGO, 27 DE ABRIL DE 2014, 6H14MODIFICADO: SEGUNDA-FEIRA, 28 DE ABRIL DE
Na homilia, Francisco destacou dos santos João Paulo II e João XXIII a coragem e a docilidade ao Espírito Santo
Jéssica Marçal
Da Redação
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Papa Francisco durante a homilia na Missa de canonização dos beatos João Paulo II e João XXIII / Foto: Reprodução CTV
João Paulo II e João XXIII foram proclamados santos, neste domingo, 27, festa da Divina Misericórdia, pelo Papa Francisco. A cerimônia reuniu, no Vaticano, cerca de 500 mil pessoas de diversas partes do mundo e foi concelebrada com o Papa Emérito Bento XVI. Após o rito da canonização, Francisco celebrou a Missa e, na homilia, destacou a coragem  dos dois santos e sua docilidade ao Espírito Santo.
Na homilia, o Santo Padre lembrou que, neste dia em que se encerra a Oitava de Páscoa, encontram-se as chagas gloriosas de Jesus Ressuscitado, chagas que, segundo o Papa, constituem também a verificação da fé, o sinal do amor de Deus. Ele destacou que João Paulo II e João XXIII tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus e tocar as suas mãos chagadas.
“Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da Sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo”.
Francisco recordou que esses dois santos foram sacerdotes, bispos e Papas do século XX. Embora tenham conhecido tragédias, não foram vencidos por elas, pois Deus era mais forte neles. Ele também destacou a esperança viva que revestia João Paulo II e João XXIII, uma esperança vinda da Ressurreição de Cristo.
“A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor Ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão”.
Enfatizando que são os santos que levam a Igreja adiante e a fazem crescer, Francisco lembrou que, na convocação do Concílio Vaticano II, João XXIII demonstrou delicada docilidade ao Espírito Santo. “Este foi o seu grande serviço à Igreja; foi o Papa da docilidade ao Espírito”.
Já João Paulo II, em seu serviço ao povo de Deus, foi o Papa da família. “Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu”.
Francisco encerrou a homilia pedindo a intercessão dos dois santos para que, nesses dois anos de caminho sinodal, a Igreja seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. “Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama”.
Na canonização dos dois beatos, estavam presentes mais de 120 delegações, das quais 24 são entre chefes de Estado e monarcas e 10 chefes de governo.  O número de voluntários chegou a 26 mil e o de policiais, 10 mil.
Ao fim da celebração e antes de rezar o Regina Coeli, oração mariana no tempo pascal,Francisco saudou e agradeceu a todos os que se empenharam nos preparativos da canonização e a todos os que participaram, inclusive pelos meios de comunicação.
Fonte: Notícias – Canção Nova
Imagem: Google

sábado, 26 de abril de 2014

Evangelho de Domingo - SEGUNDO DOMINGO DA PÁSCOA (27.04.14) Jo 20, 19-31

“A Paz Esteja Com Vocês”
Texto Completo em: www.matrizsaocristovao.com.br
Imagem: Congregação do Verbo Divino - Curitiba Paraná

quarta-feira, 23 de abril de 2014

sábado, 19 de abril de 2014

Viva Cristo Ressuscitou! -Domingo de Páscoa -Jo,1-9

“Ele viu e acreditou”

Os quatro evangelhos relatam os acontecimentos do Dia da Ressurreição, cada um de acordo com as suas tradições.  Mas certos elementos são comuns a todos: o fato do túmulo vazio, que as primeiras testemunhas eram as mulheres (embora divirjam quanto ao seu número e identidade e o motivo da sua ida ao túmulo – para ungir o corpo, ou para vigiar e lamentar), e de que uma delas era Maria Madalena. Podemos tirar disso a conclusão que as mulheres tinham lugar muito importante entre o grupo dos discípulos de Jesus, e que elas eram mais fiéis do que os homens, seguindo Jesus até a Cruz e além dela!  Infelizmente, outras gerações fizeram questão de diminuir a importância das discípulas na tradição – e a Igreja sofre até hoje as conseqüências.
Lendo os relatos, um fato salta aos olhos – ninguém esperava a Ressurreição.  Para os e as discípulos, a Cruz era o fim da esperança, a maior desilusão possível.  Se somarmos a isso o fato que todos os Doze traíram Jesus (ou por dinheiro, ou por covardia), podemos imaginar o ambiente pesado entre eles na manhã do Domingo.  Nesse meio, chega a Maria e as mulheres com a notícia de que o túmulo estava vazio.
No nosso texto, Pedro (que tem um papel importante nos textos pós-ressurrecionais) e o Discípulo Amado (anônimo, mas quase certamente não um dos doze) correm até o túmulo. O texto deixa entrever a tensão histórica que existia entre a comunidade do Discípulo Amado e a comunidade apostólica (representada por Pedro).  Pois o Discípulo Amado espera por Pedro (reconhece a sua primazia), mas enquanto Pedro vê sem acreditar, o Discípulo Amado acredita.  No Quarto Evangelho, Pedro só realmente vai conseguir amar Jesus no Capítulo 21, enquanto o Discípulo Amado é o tal desde Capítulo 13. Só quem olha com os olhos do coração, do amor, penetra além das aparências!
Como em Lucas 24, na historia dos Discípulos de Emaús, o texto demonstra que a nossa fé não está baseada em um túmulo vazio!  Não é o túmulo vazio que fundamenta a nossa fé na Ressurreição, mas o contrário – e a experiência da presença de Jesus Ressuscitado que explica porque o túmulo está vazio!  Cuidemos de não procurar bases falsas para a nossa fé no Ressuscitado!
Hoje em dia, quando olhamos para o mundo ao nosso redor, é fácil não acreditar na vitória da vida sobre a morte.  Há tanto sofrimento e injustiça – guerra, violência, corrupção endêmica, saúde e educação sucateadas, destruição desenfreada do meio-ambiente, sem falar de desastres naturais com terremotos e tsunamis!  Só uma experiência profunda da presença de Jesus libertador no meio da comunidade poderá nos sustentar na luta por um mundo melhor, com fé na vitória final do bem sobre o mal, da luz sobre as trevas, da graça sobre o pecado!  Nós todos somos discípulos amados, pois “nada nos separa do amor e Deus em Jesus Cristo” (cf. Rom 8), mas será que somos discípulos qua amam? Será que amamos a Jesus e ao próximo?  E lembramos que o ágape, o amor proposto pelo evangelho, não é um sentimento, mas uma atitude de vida, de solidariedade, de partilha, de justiça. “O amor consiste no seguinte: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou, e nos enviou o seu Filho como vítima expiatória por nossos pecados.  Se Deus nos amou a tal ponto, também nós devemos amar-nos uns aos outros”(I Jo 4, 10-11).
Que a mensagem da Ressurreição, da vitória da vida sobre a morte, nos anime e dê força, especialmente quando a Cruz pesar muito em nossas vidas.
Tomaz Hughes SVD
e-mail: thughes@netpar.com.br
Fonte: www.matrizsaocristovao.com.br
Imagem: Google

sábado, 12 de abril de 2014

sábado, 5 de abril de 2014

Novenas no Túmulo de Pe. Pedro SVD, todos os anos, pela data de seu falecimento


Todos os anos na data do aniversário de seu falecimento(29.06.1985) muitas pessoas participam das novenas, realizadas em seu túmulo.
Pe. Pedro Fuss SVD, faleceu no dia de São Pedro, 29.06.
Foto: D. Marta Sawa,D. Matilde Godoy Lima,D. Tile Engel, Angelica Perbiche e outras.

Foto: Acervo pessoal de Tile Engel.

Liturgia de Domingo - QUINTO DOMINGO DE QUARESMA (06.04.14)

"Eu sou a Ressurreição e a Vida".
Jo 11, 1-45
Imagem: Google
Texto completo em: www.matrizsaocristovao.com.br

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Pe. Pedro SVD - Benção no dia da festa do Padroeiro.

Abençoando os carros e caminhões, em procissão, durante as festas de São Cristóvão.
Foto: Acervo pessoal de Tile Engel.


terça-feira, 1 de abril de 2014

Pe. Pedro SVD, na Festa do Padroeiro São Cristóvão

Procissão com benção dos carros, na festa do dia do padroeiro, na Paróquia São Cristóvão, em São José dos Pinhais, Paraná - Brasil.
Foto: Acervo pessoal de Tile Engel.