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domingo, 13 de novembro de 2016

Ordenação do Pe. Pedro Fuss!

 
Pe. Pedro Fuss, foi ordenado no dia 17 de setembro 1938, em Santo Agostin, na Alemanha.
Foto: Acervo pessoal de Tile Engel.

sábado, 12 de novembro de 2016

TRIGÉSIMO TERCEIRO DOMINGO COMUM (13.11.16) Lucas 21,5-19


“Cuidado para que vocês não sejam enganados”

Chegando ao fim do ano litúrgico, encontramos uma das passagens chamadas “apocalípticas” de Lucas. É um texto realmente complexo, que olha em duas direções: lendo o que foi escrito pelo ano 85, o leitor pode olhar para trás para 19, 47 - 21,4, e ve, fazendo uma leitura teológica, a consequência da rejeição de Jesus e do seu ensinamento pelos líderes do Templo (a destruição do Templo pelos Romanos sob Tito no ano 70 d.C); também o leitor pode olhar além dos eventos de Lucas 22-23 e ver a vindicação do Filho do Homem por Deus, e o fortalecimento por Jesus dos seus discípulos, que serão perseguidos por sua fidelidade a Ele. A passagem (que na realidade continua até v. 38) pode ser dividida da seguinte maneira:
1) Introdução (vv. 5-7)
2) Exortação inicial (vv. 8-9)
3) Desastres cósmicos (vv. 10-11)
4) Eventos que precederão o fim do mundo - cristãos serão perseguidos; (vv. 12-19); a destruição de Jerusalém (vv. 20-24).
5) Desastres cósmicos (vv. 25-33)
6) Exortação final (vv. 34-36)
7) Inclusão com 19, 47-48 (vv. 36-38)
Esse esquema mostra como, no texto, os eventos do fim do mundo são relacionados à destruição de Jerusalém, e assim sublinha a mensagem cristológica: a crise que Jerusalém enfrentou no ministério de Jesus é uma previsão da crise que Ele e a Sua mensagem, e especialmente a Sua vinda como o Filho do Homem, trarão a “todos aqueles que habitam a face de toda a terra” (v. 35).
Um termo que perpassa o texto a partir do v. 7 é “estas coisas”. Este termo muda de referências durante a passagem - da destruição do Templo para a destruição de Jerusalém para a destruição do mundo todo.
Os discípulos devem cuidar para não serem enganados por falsos Messias! E não devem impressionar-se com guerras, revoluções ou outros eventos estrondosos. Uma advertência que vale muito para os dias de hoje! É só lembrar algumas reações fundamentalistas diante dos eventos mais chocantes nos dias de hoje! Quantos falsos Messias, quanto pavor, quantos profetas de destruição! Mas não é ainda o fim.
A partir de versículo 12, Jesus procura animar os seus discípulos, para que possam aguentar a perseguição futura (que na verdade já estava começando no tempo de Lucas). E a perseguição não viria somente da parte das autoridades do Império (a de Nero já tinha acontecido quase vinte anos antes, embora, na prática, limitada à cidade de Roma). Os próprios pais, parentes e amigos tornar-se-iam perseguidores. Realmente isso aconteceria a partir do ano 85, quando o judaísmo se reorganizou na forma rabínica, com o Sínodo de Jâmnia. A partir de então, crescia o racha entre cristãos-judeus e os judeus da linha farasaica, com os primeiros sendo expulsos da sinagoga, e vistos como traidores do seu povo, da sua herança, da sua fé javista. Com certeza, no tempo de Lucas, muitos já estavam vacilando diante dessa situação de insegurança e perigo, e por isso o evangelista destaca tanto a exortação de Jesus à perseverança e confiança.
A situação nossa de hoje é bem diferente - nós não formamos uma minoria perseguida (no Brasil – mas a realidade é bem diferente para cristãos em vários países do Oriente, por exemplo)! Mas a mensagem permanece válida - ser cristão implica carregar a cruz! Não é possível servir Jesus e os valores desta sociedade consumista e excludente! Ser cristão é muitas vezes andar na contramão da sociedade, e acarreta necessariamente conflitos com um mundo regido por outros valores. Uma Igreja acomodada, que não incomoda a sociedade vigente, não seria Igreja do seguimento fiel de Jesus. (As falas e ações do atual Papa já estão incomodando muita gente, inclusive dentro da Igreja, pois demonstram que o seguimento de Jesus exige ações concretas que nos põe em choque com a sociedade dominante e questiona uma prática religiosa alienada e alienante!) Como é tentador buscar uma religião só de consolo e prática individual - uma religião que a sociedade até estimula, pois relega o Evangelho à esfera do íntimo, e tira dele a sua força transformadora. Lucas não nos deixa esquecer que a fé em Jesus é altamente perigosa, pois não se conforma com o mal, e por isso mesmo exige o seguimento de Jesus “no caminho” - até Jerusalém, a cruz - e a Ressurreição.
Tomaz Hughes SVD
e-mail: thughessvd@yahoo.com.br
Imagem: www.google.com.br -

sábado, 5 de novembro de 2016

Dia da Ordenação do Pe. Pedro Fuss

Com seus pais irmãos e parentes!
No dia 17 de setembro de 1938, em Santo Agostin na Alemanha.
Foto: Acervo pessoal de Tile Engel.

Ordenação do Pe, Pedro Fuss



Pe. Pedro Fuss, foi ordenado no dia 17 de setembro 1938, em Santo Agostin, na Alemanha.
Foto: Acervo pessoal de Tile Engel.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Ordenação do Pe. PedroFuss!

Pe. Pedro Fuss, foi ordenado no dia 17 de setembro 1938, em Santo Agostin, na Alemanha.
Foto: Acervo pessoal de Tile Engel.

Ordenação do Pe. PedroFuss


Pe. Pedro Fuss, foi ordenado no dia 17 de setembro 1938, em Santo Agostin, na Alemanha.
Foto: Acervo pessoal de Tile Engel.

sábado, 29 de outubro de 2016

TRIGÉSIMO PRIMEIRO DOMINGO COMUM (30.10.16) Lucas 19,1-10

“Hoje a salvação entrou nesta casa”

            De novo entra em cena a figura de um “publicano”, desta vez de nome conhecido - Zaqueu! Os governantes arrendavam áreas do país para publicanos ricos, que embolsavam o que conseguiram extorquir além das taxas estabelecidas. Estes chefes dos publicanos (p. ex . Zaqueu) empregavam outros para fazer a cobrança - e enfrentar a celeuma do povo - sentados nos telônios nas portas das cidades e nas encruzilhadas das rotas das caravanas (p. ex. Levi).
            Zaqueu era chefe dos cobradores de impostos da cidade de Jericó, e por isso, por causa da sua extorsão, muito rico - e com certeza muito odiado e desprezado.
            Porém, Lucas nos mostra que ninguém é tão perdido que não possa ser salvo pela misericórdia de Deus. Ninguém está além da possibilidade de salvação. Com umas rápidas pinceladas, ele traça o caminho da conversão e salvação de Zaqueu.
            Com certeza, Zaqueu tinha ouvido falar da atividade e dos ensinamentos de Jesus, e tinha uma enorme vontade de conhecer mais de perto este homem tão diferente dos outros rabinos, ou mestres religiosos, do seu tempo. Nem levava em conta perder a sua dignidade, subindo em uma árvore - o importante mesmo era não perder o momento de Jesus passar. Jesus acolhe este gesto de busca - olha mais para esta chama de bondade do que para toda a maldade praticada anteriormente por Zaqueu. Pronuncia as palavras que iriam mudar para sempre a vida de Zaqueu: “Desça depressa, Zaqueu, porque hoje preciso ficar em sua casa.” (v. 5)
            Por causa dessa iniciativa, o próprio mestre se torna alvo de críticas por parte dos “justos”: “Ele foi se hospedar na casa de um pecador” (v. 7). Como sempre, a novidade do Reino, trazida por Jesus rompe todos os esquemas sociais e religiosos pré-concebidos!
            Diante do gesto de amor da parte de Jesus, trazendo para si o opróbrio normalmente reservado para Zaqueu, o publicano responde com um gesto concreto de conversão: “A metade dos meus bens, Senhor, eu dou aos pobres; e, se roubei alguém, vou devolver quatro vezes mais” (v. 8)
            Não é uma conversão teórica mas muito concreta, e passa pelo econômico - devolver o dinheiro roubado, partilhar os bens! O amor de Jesus conseguiu o que o ódio e o desprezo jamais conseguiriam - a conversão de um pecador - “Hoje a salvação entrou nesta casa”. Mais uma vez Jesus ilustrou de maneira muito concreta que Ele veio “procurar e salvar o que estava perdido”.
            A história nos convida a assumir cada vez mais as atitudes tanto de Jesus como de Zaqueu - de um lado, compreensão, misericórdia e perdão diante dos erros alheios; do outro, reconhecimento da nossa própria necessidade de perdão e conversão contínua, para que se dê em nossas vidas a experiência de Zaqueu, de que “Hoje a salvação entrou nesta casa!”
Tomaz Hughes SVD
Fonte: www.matrizsaocristovao.com.br




















INAUGURANDO OBRAS**

Pe. Pedro Fuss, inaugurando obras em São José dos Pinhais - Paraná - Brasil
Na foto Dr. Atílio Talamini,  Prefeito eleito de São José Dos Pinhais, de 1963 a 1969.
Foto: Acervo pessoal de Tile Engel. 

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

INAUGURANDO OBRAS COM O PREFEITO DA CIDADE *

Pe. Pedro com o Dr. Francisco Ferreira Claudino (Dr. Quito), Prefeito de São José dos Pinhais de 1969 a 1972.
Foto: Acervo Pessoal de Tile Angel 

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

VISITA DO PE. PEDRO AO PAPA PIO VII **



Pe. Pedro visita a Roma, com o Papa Pio XII, em 1958.
Lembrança de sua visita.
Foto:Acervo pessoal de Tile Engel

domingo, 23 de outubro de 2016

TRIGÉSIMO DOMINGO COMUM (23.10.16) Lucas 18, 9-14


“Meu Deus, tem piedade de mim, que sou pecador”

O tema da oração continua no trecho de hoje - Jesus mostra que não basta somente rezar, pois muito depende das nossas atitudes enquanto rezamos. Por isso, ele nos conta mais uma parábola que só Lucas relata - a do “Fariseu e do Publicano”.
            Para entender bem esta passagem, é imprescindível que nós entendamos o significado dos termos “Fariseu” e “Publicano”. Os fariseus formavam um partido religioso-político, nascido dos “fiéis observadores da Lei”, ou “Hasidim” dos tempos da revolução dos Macabeus. Eles romperam com as ambições políticas dos Hasmoneus (dinastia dos Macabeus) e formaram o seu grupo dos “separados”, que parece ser o sentido da palavra “Fariseu”. Eles primaram pela observância rigorosa da Lei, embora entre eles existissem diversas escolas de interpretação.
Em nossa linguagem, a palavra “fariseu” normalmente significa “hipócrita” - uma injustiça aos fariseus, que eram, na maioria absoluta, gente sincera de uma ascese rigorosa em busca da fidelidade à Lei de Deus. Provavelmente estamos muito influenciados pelo Capítulo 23 de Mateus, uma das páginas mais virulentas do Novo Testamento, que reflete mais a situação de perseguição dos cristãos pelos fariseus pelo ano 85, do que a situação no tempo de Jesus. A grande crítica de Jesus contra este grupo não era por motivos de moral, mas porque, confiando na observação externa da Lei como garantia de salvação, tiraram a gratuidade de Deus, que nos salva “de graça”.
Enquanto os fariseus gozavam de enorme prestígio diante do povo no tempo de Jesus, do outro lado um dos grupos mais odiados e desprezados era o dos “cobradores de impostos”, ou “publicanos” (assim chamados porque cobravam um imposto denominado “publicum”, um tipo de ICMS). Esse ódio não nasceu simplesmente da resistência natural do povo contra a cobrança de impostos e taxas, mas do fato que eles trabalhavam pelo poder opressor - os Romanos, através dos seus lacaios, os Herodianos. Os publicanos estavam entre os mais “impuros”.
            Como aconteceu no início do capítulo 15, aqui também Lucas destaca o motivo da parábola: “Para alguns que confiavam na sua própria justiça e desprezavam os outros, Jesus contou esta parábola” (v. 9).
            É interessante verificar os dois tipos de oração! O Fariseu elenca todas as suas observâncias, tudo que ele faz, conforme manda o a Lei! Ele não mente - ele faz isso mesmo. Só que ele confia absolutamente no poder da sua prática para garantir a salvação. Assim dispensa a graça de Deus, pois se a Lei é capaz de salvar, não precisamos da graça! Ainda se dá o luxo de desprezar os que não viviam como ele - ou porque não queriam, ou porque não conseguiam: “Ó Deus, eu te agradeço, porque não sou como os outros homens, que são ladrões, desonestos, adúlteros, nem como esse cobrador de impostos.” (v. 11)
            O publicano também não mente quando reza! Longe do altar, nem se atrevia a levantar os olhos para o céu, mas batia no peito em sinal de arrependimento de dizia: “Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador” (v. 13). E era a verdade - ele era vigarista, ladrão opressor do seu povo, traidor da sua raça - mas ele tem consciência disso, e não só disso, mas do fato de que por si mesmo ele é incapaz de mudar a sua situação moral. A sua única esperança é jogar-se diante da misericórdia de Deus. Para o espanto dos seus ouvintes, Jesus afirma que o desprezado publicano voltou para a casa “justificado” (= tornado justo) por Deus, e não o outro; pois, é Deus que nos torna justos por pura gratuidade, e não em recompensa por termos observado as minúcias de uma Lei. Por isso Jesus fala algo ainda mais chocante – que o fariseu não foi “justificado”, não porque não vivesse segundo a Lei, mas porque ele confiava nos seus merecimentos e assim nem deixava espaço para a graça de Deus.  De fato, dispensava a necessidade da ação gratuita do Pai.
            Como entrou o farisaísmo de cheio nas nossas tradições de espiritualidade! Como as nossas pregações reduziam a fé e o seguimento de Jesus a uma observância externa de uma lista de Leis! Como reduzimos Deus a um mero “banqueiro” que no fim da vida faz as contas e nos dá o que nós “merecemos”, de acordo com uma teologia de retribuição! Quem tem conta em haver com Ele, ganhará o céu, e quem estiver em dívida, irá para o inferno! Onde fica a graça de Deus, e a cruz de Cristo? Paulo mudou de vida quando descobriu que a Lei, por tão importante que fosse como “pedagogo”, não era capaz de salvar, mas que é Deus que nos salva, sem mérito algum nosso, através de Jesus Cristo! Com esta descoberta, se libertou! Defendia este seu “evangelho”, conforme Gálatas 1, a ferro e fogo!
O texto de hoje nos convida para que examinemos até que ponto deixamos o farisaísmo entrar em nossa vida; até que ponto confiamos em nós mesmos como agentes da nossa salvação; até que ponto nos damos o direito de julgar os outros, conforme os nossos critérios. Uma advertência saudável e oportuna que alerta contra uma mentalidade “elitista” e “excludente”, que pode insinuar-se na nossa espiritualidade, como fez na dos fariseus, sem que tomemos consciência disso!
Tomaz Hughes SVD
e-mail: thughessvd@yahoo.com.br
Imagem: www.google.com.br (Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida) 

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

*#minisermao* (20/10/16)

Não é colocando panos quentes que vamos gerar harmonia, equilíbrio e comunhão; o amargor do remédio anuncia a cura. Certa ocasião, Jesus disse que veio trazer fogo para a terra, não veio trazer uma zona de conforto onde ninguém mexe com ninguém. Jesus é herdeiro da tradição profética e os profetas anunciam e denunciam. Porém, Jesus não veio trazer luta de classes, a pedagogia da raiva. Jesus veio trazer o "Shalom", a paz, o equilíbrio e a felicidade. Mas para chegar nesse equilibrio, passamos pela estreita ponte da denuncia, mas sem perder a ternura.
(Lc 12,49-53)
Pe. Joãozinho, scj.
Fonte: Facebook.com

Procissão pelas Ruas da Cidade de São José dos Pinhais!**

Pe. Pedro em Procissão quando era Pároco da Matriz, de São José, hoje a Catedral da Diocese de São José dos Pinhais.
Na foto do lado esquerdo as Filhas de Maria.
Rua Mendes Leitão, no fundo a esquerda, o antigo Colégio das freiras São José, depois Hospital Psiquiátrico São José, e hoje o Shopping São José,
Foto: Arquivo pessoal de tile Angel 

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

#minisermao (19/10/16)

 A vida costuma nos castigar até quando fazemos a coisa certa. Aprenda a administrar com serenidade os castigos da vida. Jesus reconheceu isso em diversas de suas lições. E certa ocasião, Ele contou uma parábola que terminou dizendo: "Quem faz a coisa certa é castigado poucas vezes." Há uma dose de sofrimento em tudo aquilo que fazemos, mas o que faz a dor do parto valer a pena é o sorriso da criança. Quando imaginamos que aquela criança irá sorrir... a dor do parto, de acordar no meio da noite vale a pena. Criar filhos tem lá sua dose de sofrimento, o trabalho tem sua dose de suor. A vida vale a pena, se a alma não é pequena. Lc 12, 39-48 Pe. Joãozinho, scj.
Fonte: Facebook.com

terça-feira, 18 de outubro de 2016

*#minisermao* (18/10/16)

Caminhar faz muito bem; mas antes acompanhado do que só. Amigos de caminhada nos obrigam a uma saudável sincronia. Certa ocasião Jesus escolheu 72 discípulos e deu uma curiosa ordem: "Vão de dois em dois anunciar palavras de paz e de vida. Anunciar boas notícias. Mas de dois em dois." Não mandou ninguém sozinho. E evangelizadores como Paulo tinham companheiros de caminhada, como era o caso de Lucas, que acompanhava Paulo e que fazia o apóstolo das nações perceber que o Senhor estava com ele, porque Lucas não o deixava sozinho. Ao contrário do que diz o ditado popular: antes bem acompanhado do que só!
(Lc 10,1-9)
Pe. Joãozinho, scj.

INAUGURANDO OBRAS COM DR. ATÍLIO TALAMINI**

Pe. Pedro Fuss, inaugurando obras em São José dos Pinhais - Paraná - Brasil
Na foto Dr. Atílio Talamini, ele foi prefeito de São José Dos Pinhais.
Foto: Acervo pessoal de Tile Engel.

INAUGURANDO OBRAS


Pe. Pedro Fuss, inaugurando obras em São José dos Pinhais - Paraná - Brasil
Foto: Acervo pessoal de Tile Engel.

ESTA ORAÇÃO ERA REZADA POR D. ANNA, MÃE DO PE. PEDRO, TODAS AS VEZES QUE OS FILHOS IAM SE AUSENTAR DO LAR, ACOMPANHADA DE UM SINAL DA CRUS NA TESTA. OBS: DEVERÍAMOS SEGUIR ESSE BELO EXEMPLO, DE ABENÇOAR NOSSOS FILHOS, SEMPRE!

ESTA ORAÇÃO ERA REZADA POR D. ANNA, MÃE DO PE. PEDRO,
TODAS AS VEZES QUE OS FILHOS IAM SE AUSENTAR DO LAR,
ACOMPANHADA DE UM SINAL DA CRUS NA TESTA.
-DADOS FORNECIDOS PELO PRÓPRIO PE. PEDRO A NOSSA
COMUNIDADES.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

INAUGURANDO OBRAS NA CIDADE!

Pe. Pedro Fuss, inaugurando obras em São José dos Pinhais - Paraná - Brasil
Foto: Acervo pessoal de Tile Engel.

INAUGURANDO OBRAS

Pe. Pedro Fuss, inaugurando obras em São José dos Pinhais - Paraná - Brasil
Foto: Acervo pessoal de Tile Engel.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Pe. Pedro com autoridades em São José dos Pinhais, inaugurando obras

Pe. Pedro com Dr. Francisco Ferreira Claudino, pronunciando discurso, ele foi Prefeito de São José dos Pinhais de 1969 a 1972.
Presentes na foto: Arthur Antunes, o engenheiro Pedro Bonk. Dr. Iwerson, Deputado Alipio Aires de Camargo( sem ter certeza),
Foto do Álbum que pertencia ao Pe. Pedro Fuss.
Foto: Acervo pessoal de Tile Engel.

PALAVRAS PRONUNCIADAS POR PE. PEDRO FUSS, EM DIALOGO COM PAROQUIANOS


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Pe. Pedro Em São José dos Pinhais - PR - Brasil

Foto:
Em São José dos Pinhais, na Sede das Associações Católicas,
Em uma festa, em companhia dos seus confrades. Sentado a esquerda o médico Dr. Atílio Talamini, que governou São José  de 1963 a 1969.
Foto: Arquivo pessoal de Tile Angel

Fundador da Congregação do Verbo Divino *

Foto:
Fundação que o Pe. Pedro Fuss pertencia.
Fonte: Congregação do Verbo Divino Regional Sul II

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Álbum - Iguapé São Paulo, exerceu seu Ministério

 Padre. Pedro Fuss aprendendo o português, com a professora Candinha em Iguapé - SP
Foto:Acervo pessoal de Tile Engel.






sábado, 8 de outubro de 2016

VIGÉSIMO OITAVO DOMINGO COMUM (09.10.16) Lucas 17, 11-19

“Levante-se e vá, a sua fé o salvou”
Estamos ainda caminhando com Jesus na sua viagem a Jerusalém, ao encontro do seu destino na Cruz. Nesta parte do Evangelho (17, 11-19, 27) Jesus conclui o seu ensinamento sobre o que é necessário para segui-Lo. Aqui temos mais um exemplo de uma história própria a Lucas, o quarto milagre na sua narrativa da viagem. Como nos outros casos, (11, 14; 13, 10-17; 14, 1-6), o mais importante não é o milagre em si, mas o ensinamento que brota dele.
As informações geográficas de Lucas, que não era natural da Palestina, são muitas vezes imprecisas. Para ele dois fatos são importantes - a meta de Jesus é Jerusalém, onde se dará o seu encontro definitivo com a vontade do Pai, e o fato que ele se encontra com um samaritano, um dos excluídos oficialmente do povo de Deus.
Para entendermos o contexto da passagem e a situação de quem fosse considerado leproso (embora muitos na realidade não eram - simplesmente sofriam de alguma doença da pele!), podemos estudar trechos como Lv 13-14; Nm 5, 2-3; 2Rs 7, 3-9; 15, 5. Houve barreiras enormes que separavam essas pessoas sofridas da convivência normal da comunidade. Aqui os excluídos pelas barreiras religiosas e sociais vão se encontrar com quem rompe estas mesmas barreiras, em nome do Deus misericordioso.
O grito dos leprosos é significante: “Jesus, Mestre, tem compaixão de nós” (v. 13.). Mais uma vez encontramos a palavra “compaixão”. Em todos os Sinóticos, destaca-se a “compaixão” de Jesus. A sua atitude nunca é de ter “pena” de alguém, pois, quer queiramos quer não, quando a gente tem pena de alguém, está se colocando num outro nível do que a outra pessoa. Ter “compaixão” é sentir a “paixão” do outro “com” ele ou ela, ou seja, entrar no sofrimento, nos sentimentos do outro, e assim não tirar dele a sua dignidade.
Mas, foi somente o samaritano que “percebeu” a ação de Deus nele. Com certeza o termo “percebeu” não quer se referir somente à cura física - ele percebeu a presença da salvação de Deus, da qual a cura física era sinal. Então a sua volta a Jesus significa a sua conversão. A resposta dele é de “dar glória a Deus”, muitas vezes em Lucas a resposta correta a uma manifestação da misericórdia de Deus (2, 20; 5, 25; 5, 26; 7, 16; 13, 13; 18, 43; 23, 47 etc). Aqui temos uma conotação cristológica - o curado louva a Deus pelo que foi feito por Jesus, o agente da misericórdia de Deus.
O texto sublinha que aquele que voltou para gloriar a Deus, aquele que percebeu a presença da ação salvífica de Deus, era um samaritano: “Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?” (v. 18). Mais uma vez, o herói da história é tirado de dentro da categoria dos excluídos, tema caro ao coração de Lucas. É só pensar nos pastores, no “Bom Samaritano”, na “mulher pecadora”, nas mulheres no túmulo, e outros exemplos. A salvação de Deus é universal, e não limitada a uma etnia, categoria ou classe.
Lucas não se contenta em relatar somente a cura de uma doença - ele nos leva a uma compreensão da missão salvífica de Jesus. O relato conclui com a frase: “Levante-se e vá. Sua fé o salvou” (v. 19). Jesus é aquele que cura e restaura à convivência humana, símbolo da salvação integral que Deus oferece a todos que aceitam a sua mensagem! Sejamos como o leproso – sejamos sensíveis e percebamos a ação de Deus no meio de nós, e gloriemos em palavras e ações aquele que nos oferece a salvação de todos os males, não por nossos méritos, mas por graça!
Tomaz Hughes SVD
e-mail: thughessvd@yahoo.com.br
Fonte www.google.com.br - www.pnsbrasil.com.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

PE. PEDRO EM VIAGEM PARA O BRASIL
















1º- Pe. Pedro despedindo-se de sua família no cais, para vir para o Brasil.
2º - O navio que o trouxe para o Brasil.
3º - Durante a viagem dentro do navio.
Foto:acervo pessoal de Tile Engel.



quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Voz, do Próprio Pe. Pedro Fuss, na hora do Angelus

Hora do Angelus, rezada pelo próprio Pe. Pedro Fuss, todos os dias, primeiro ele colocou um auto-falante na torre da igreja, e rezava todos os dias as 18,00hs, mais tarde ele passou a rezar na rádio Tapajós de São José dos Pinhais.
Vídeo: Editado por Marcos Carvalho

Álbum -Ordenação Sacerdotal de Pe. Pedro Fuss em Santo Augustin, na Alemanha





Procissão de ordenação de Pe. Pedro Fuss
Fotos:Acervo pessoal de Tile Engel.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

HOJE, ANIVERSÁRIO DE SEU NASCIMENTO

Hoje comemoramos o dia do seu aniversário, se vivo fosse, estaria completando 106 anos.
Padre Pedro, filho do casal George e Anna Fuss. Nasceu no dia 04/10/1910, na cidade de Elversberg, na Alemanha. Aos quatorze anos ingressou no Seminário Maior de Santo Augustin, na Alemanha, da Congregação do Verbo Divino.
Deus o tenha Pe. Pedro Fuss, e lhe permita continuar a interceder por todos, que a vós recorre, como sempre o fez.
Pe. Pedro Rogai por nós!

Com seu colegas do Seminário Maior de Santo Augustin, na Alemanha.




Foto:acervo pessoal de Tile Engel.